Conversa
Rafael Souza diz que torcida motivou sua decisão de jogar no Brasil em 2023
Novo atacante xavante concede entrevista coletiva e fala sobre chegada ao Bento Freitas
(Foto: Italo Santos/GEB) - Há poucos dias na cidade, jogador elogiou o ambiente dos primeiros treinos dos quais participou
Por Fernando Rascado
fernando.rascado@diariopopular.com.br
No dia 2 de dezembro o Grêmio Esportivo Brasil apresentou cinco reforços para a próxima temporada. Entre as caras novas estava o atacante Rafael Souza, conhecido também como Rafael Pernão.
O jogador de 29 anos já está treinando no Bento Freitas e nesta quinta-feira (8) concedeu entrevista coletiva. Rafael é um extrema típico, porém deixa claro que pode ajudar em outras funções, até mesmo como um 9, posição ainda carente no atual plantel do Rubro-Negro. “O Rogério me ligou, eu deixei bem claro que minha posição é de extrema, mas em anos anteriores joguei em várias posições. Na Portuguesa do Rio de Janeiro joguei de ponta, meia, volante e até lateral, então se precisar atuar como um falso 9 eu faria também”, destacou.
Ter atuado em várias posições na última temporada ajuda a explicar o fato de Rafael não ter feito nenhum gol em 30 partidas pela Portuguesa. “Eu acabei não fazendo gol, mas não impediu de eu jogar bastante, estava sempre participando, sempre sendo importante de uma outra forma, ajudando taticamente. Estou aqui para ajudar e o importante realmente é a vitória do Brasil”, justifica Rafael, que lembrou das “ruas de fogo”, tradicional recepção da torcida xavante em dias de grandes jogos no Bento Freitas.
Sobre sua contratação, Rafael Souza destaca o tamanho do Brasil e também a força da torcida. Ele atuou contra em 2015, pela Série C. “Primeiramente o Brasil é um clube enorme, de muita tradição. Alguns anos atrás eu joguei contra o Brasil pela Tombense, em Porto Alegre, e mesmo assim a torcida compareceu em peso, aquilo ficou marcado. Tenho amigos que jogaram aqui e falaram que a torcida é apaixonada”, comentou.
O atacante está treinando desde a semana passada, mas mesmo neste pouco tempo de trabalho já se adapta no novo clube. “Está sendo bom, já conhecia alguns jogadores, o que facilita bastante. A ligação do Rogério e da diretoria me confortou bastante, vim tranquilo, o ambiente está super bom, feliz, que é importante”.
O contrato de Rafael vai até o fim do Campeonato Gaúcho, mas ele pode permanecer para a Série D, torneio em que o jogador atuou neste ano e tem um acesso na carreira. “É uma competição bem difícil, joguei três Séries D. Pelo Volta Redonda fui campeão invicto, uma competição difícil, uma das mais difíceis de todas as séries pelo nível ser muito igual. O Brasil é um time enorme e certamente vai chegar como candidato para subir. Pela história e por tudo que representa, merece estar na série C, na B e brigando por algo maior”, disse o atacante na coletiva desta quinta-feira (8).
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